sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
domingo, 13 de março de 2011
já não é novidade é tragédia.
Segundo os autores, entre 1980 e 2008 o plástico deitado no lixo norte-americano aumentou quatro vezes para perto de trinta milhões de toneladas, mas a captura do material não acompanhou esta tendência.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Novidades
http://news.nationalgeographic.com/news/2010/08/100820-science-environment-garbage-patch-missing-plastic-atlantic-ocean/
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
sábado, 19 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Difícil, não impossível

Caras (os) amigas (os), parceiros, colaboradores e apoiantes do Projecto STOPlastic
Infelizmente a crise chega a todo o lado e mesmo com a melhor das intenções e boa vontade, não foi possível cumprir o último item do nosso plano de actividades de 2009, neste caso a Limpeza de Praia no Algarve e respectiva Palestra, exclusivamente por falta de financiamento.
Não desanimamos. O projecto, nas suas vertentes de divulgação e investigação científica, vai continuar, mantendo em aberto a possibilidade de até ao final do ano esteja delineado um novo plano de financiamento e acção, com a ajuda dos nossos parceiros.
Prevê-se a inscrição do Projecto em actividades internacionais, a apresentação de mais palestras e a manutenção da experiência de recolha de amostras de micro-plástico oceânico, com apoio da Marinha e da Universidade dos Açores.
Melhores dias virão, o Mar e as praias merecem.
Abraços e obrigado a todos os que ajudaram e continuam a dar-me força, para que os objectivos da STOPlastic não parem de ser perseguidos com toda a determinação e convicção.
Aqui chegarão mais notícias em breve.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Acabou em beleza
e agora a STOPlastic interrompe as actividades até Setembro. Para trás fica a memória de um dia muito bem passado com as crianças do Portyo Pim, que apanharam o plástico possível. Até porque a praia estava bem limpa e o plastico mais evidente se apresentava em particulas demasiado pequenas. Valeu a festa, os brindes e as várias conversas sobre o nosso Poster. Obrigado ao Sr. Carlos e a Lota Açor, que deram a última ajuda no momento certo. A todos os parceiros, apoios locais e voluntários o nosso obrigado, sem esqueçer a palestra "Amar o Mar", certamente a mais informativa até à data, seus participantes, convidados e público presente. Até a sempre! André Barreiros
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domingo, 9 de agosto de 2009
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Sábado, STOPlastic no FAIAL
“Limpeza subaquática no Faial
- Limpeza subaquática no porto da Horta (junto à Lotaçor), sábado 10h30-12h00.
Aberto a queira ajudar, em terra ou no mar, de preferência adultos ou crianças quando acompanhadas dos pais.
- Limpeza subaquática para os mais novos:
Para crianças/jovens dos 5 aos 15 anos,
Sábado das 15h00 às 17h00 na praia de Porto Pim (junto ao Centro do Mar).
Não são necessárias inscrições, basta aparecer com vontade de aprender e de jogar.”
- Limpeza subaquática no porto da Horta (junto à Lotaçor), sábado 10h30-12h00.
Aberto a queira ajudar, em terra ou no mar, de preferência adultos ou crianças quando acompanhadas dos pais.
- Limpeza subaquática para os mais novos:
Para crianças/jovens dos 5 aos 15 anos,
Sábado das 15h00 às 17h00 na praia de Porto Pim (junto ao Centro do Mar).
Não são necessárias inscrições, basta aparecer com vontade de aprender e de jogar.”
terça-feira, 4 de agosto de 2009
STOPlastic FAIAL 2009
Cartaz STOPLASTIC nas portas no Peter's, cidade da Horta em festa com a semana do Mar, luzes e mar de gente na marginal, Bandarra no palco, lua quase cheia a brilhar nas águas do canal, baleias e golfinhos em redor do Pico.
Obrigado Faial.
Obrigado Faial.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
terça-feira, 28 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Entrevista p/ Revista "Unibanco"
1- Como nasceu o projecto Stoplastic?
Como Jornalista Freelance sempre tentei canalizar as minhas atenções para o Mar e a Vida Marinha, de modo a produzir informação científica de forma descodificada para o grande público. Há cerca de três anos abordei, como tema de reportagem, o problema do plástico no Mar. Ao informar-me e confirmar dados com fontes credíveis, acreditei ser possível não só conseguir informar, mas também agir, partilhar e conhecer melhor o problema. Assim, o que podia ser só mais uma reportagem, passou a projecto e de projecto a realidade.
2- Como podemos defini-lo?
A STOPlastic tem como base uma nova abordagem dos problemas ambientais, tentando promover várias acções de carácter Local, que no seu conjunto se tornarão benefício Global. Definimos quatro áreas de acção, onde o espírito local possa ter reflexo no benefício Global.
São elas:
1. O conhecimento científico
2. A partilha de Informação
3. A sensibilização e Acção Local
4. A garantia que o projecto tem futuro
Assim, a iniciativa STOPlastic é composta por:
• Um estudo científico e expedições oceanográficas para recolha de informação.
• A criação de um Blogue e um WebSite para partilha de informação, nomeadamente um mapa inédito e em constante evolução sobre o comportamento do Plástico no Mar.
• A promoção de Palestras, Posters Informativos e limpezas de Praia ou Oceânicas, com o apoio de entidades e agentes locais, especialmente dedicadas a voluntários motivados e ao público infantil/juvenil. Também aqui se aposta na reunião de esforços e conhecimentos locais, para que cientistas, moradores, pescadores e autoridades se unam no esforço local que lhes pedimos.
• O estabelecimento e criação formal da Associação STOPlastic, com a intervenção das parcerias actuais e futuras, garantindo a continuidade do esforço mais de que justificado.
3- Pese todos os alertas e maior conhecimento de causa, confirma que as pessoas continuam a não respeitar os Oceanos?
É verdade que muitas pessoas continuam a não respeitar os Oceanos e por variadíssimas razões, sendo que a ignorância é a maior das culpadas. No entanto, seria injusto culpar alguns dos nossos compatriotas pela totalidade do mal causado. Se tem de ser apontado um culpado certamente que serão todos os decisores deste país e outros que, por um qualquer erro estratégico, decidiram que o melhor ensino ambiental devia estar nas grandes cidades e não junto das comunidades piscatórias e pobres. Muitas dessas comunidades são de facto poluidoras e resistem aos alertas nacionais, globais e universais sobre o problema. Mas também há muita gente que se diz amante da natureza e é incapaz de agir preferindo culpar os outros; a verdade é que a gentes mais ligadas ao Oceano e à vida piscatória são o elo mais fraco da cadeia de pessoas que tiram rendimentos justos do nosso histórico "Mar Portuguez". A vontade de os ajudar a manter o seu nobre modo de vida e a proteger o Mar como sua fonte de sustento, é... quase nula.
Os verdadeiros culpados são então os sucessivos Governos da nossa alternância "democrática" que viraram costas ao nosso bem mais precioso, o Mar, contentando-se com a cauda da Europa e virando costas à imagem pessoana de Portugal como cabeça da Europa, virada para o Mar, tendo como braço de apoio a península itálica, olhando para poente, tentando desbravar o imenso Mar.
5- Quais as principais consequências deste desrespeito pela natureza?
Para além da comprovada morte de animais por via de plástico no Mar, tema do nosso primeiro Poster, a preocupação é também centrada na questão do micro-plástico e sua concentração em vórtices algures no Oceano. Neste momento, o trabalho será colocar as perguntas certas e definir objectivos antes de passar à acção. Só assim poderemos medir ou prever as consequências desta ameaça. Infelizmente, sabe-se muito pouco sobre consequências directas em habitats, populações e ecossistemas; quase nenhuns dados estatísticos. Porém, a atenção mundial para o problema tem crescido e, à medida que mais se sabe, essa preocupação cresce. Desde que o plástico foi inventado, até há muito pouco tempo, cerca de 10% de toda a produção mundial foi parar ao Mar. Só é proibido lançar detritos inorgânicos no Mar há duas décadas. Ainda hoje, estima-se que, dos 10 bilhões de toneladas de plástico produzidas anualmente, cerca de 10 por cento da produção acaba por ser despejada no Oceano. É um problema enorme e ainda sem soluções ou conhecimento factual exaustivo.
6- Quais as principais acções levadas a cabo pela Stoplastic e qual tem sido a reacção das pessoas/populações locais?
Este ano estão previstas várias actividades, nomeadamente as referidas acima. Quanto à reacção das pessoas e principalmente dos locais e crianças superámos algumas expectativas. Sempre baseando o nosso trabalho na motivação dos agentes locais e sua participação activa. Depois, felizmente há crianças. São elas que dão força para continuar, são elas que dão o exemplo aos adultos, são elas que, depois de um dia de festa a apanhar plástico, nunca mais esquecem da diferença entre uma casca de banana atirada ao Mar e uma argola de plástico que eventualmente poderá matar uma tartaruga ou vir a entrar na nossa cadeia alimentar.
7- Têm contado com alguns apoios?
Os apoios que procuramos nas acções locais têm aparecido com sincera vontade de colaborar no projecto local que lhes propomos. Na Ilha Terceira, e no espaço de dias, mais de uma dúzia de importantes agentes locais se prontificaram para ajudar. Quer a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, a Junta de Freguesia de S. Mateus da Calheta, o jornal Diário Insular, a Capitania do Porto de Angra, o Hotel do Caracol e seu Wellness Center, a Agência de Viagens Angra Travel, a associação ambientalista local, Gê-Questa, entre vários voluntários motivados e necessários para sucesso final. Contamos também com o apoio da EDP e da Força Aérea Portuguesa, respectivamente, quem ofereceu os brindes às crianças e quem as transportou.
No campo das parcerias, o projecto STOPlastic conta com o apoio da Marinha Portuguesa e respectivo Instituto Hidrográfico, do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, da Secretaria Regional do Ambiente e Mar do Governo dos Açores e do IMAR - Instituto do Mar. 8- O que deve fazer alguém que queira juntar-se ao Stoplastic?
No Plano de Actividades para 2009 estão previstas reuniões com os parceiros para melhor definir os moldes da futura Associação STOPlastic. No entanto, é muito fácil juntar-se ao STOPlastic. Qualquer pessoa pode preparar a sua acção local e nem precisa de muitos apoios. Basta pensar que gradual e individualmente podemos agir e globalmente inverter este processo poluidor, passando a retirar plástico das zonas costeiras em vez de o deixar à mercê das marés, ventos e lenta decomposição em micro-plástico. Curiosamente, nas acções com crianças essa inversão é quase imediata. Mesmo depois de acabar a festa há sempre um participante mais novo que encontra um pouco de plástico no chão e atravessa a rua para o colocar no contentor apropriado. É sempre a melhor recompensa deste trabalho.
Crianças de parabéns!

Lista dos 25 meninos e meninas que participaram na acção local de Limpeza Oceânica organizada pela STOPlastic TERCEIRA 2009 a 13 de Junho de 2009 no Porto de S. Mateus da Calheta.
Por ordem de chegada:
1- João Silva, 11 anos
2- José Lúcio, 12 anos
3- Marco Silveira, 14 anos
4- José Silveira,
5- Diogo Sousa, 13 anos
6- Leandro Soares, 11 anos
7- Luís Aguiar, 13 anos
8- Evandro Rosa, 9 anos
9- César Furtado, 9 anos
10- Sofia Silva, 10 anos
11- Isabel Pinto, 11 anos
12- Jorge Tomás, 12 anos
13- João Copa, 12 anos
14- António Soares, 11 anos
15- Pedro Santos, 14 anos
16- Ruben Pinto, 13 anos
17- Diogo Silva, 12 anos
18- Cassandra Silva, 7 anos
19- Marco André, 5 anos
20- Ricardo Furtado, 14 anos
21- Ricardo Miguel, 11 anos
22- Hélder Silva, 13 anos
23- Pedro Matoso, 13 anos
24- Gabriel Matoso, 14 anos
25- António Félix, 14 anos
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Bom e Mau Plástico
Don't let a bad plastic part ruin your great product.
Plastic materials are non-corrosive, light, durable, and cost-effective. They are preferred for many underwater applications, but they can be tricky. Polymer Marine specializes in producing difficult-to-manufacture plastic parts for surface and underwater applications using its exclusive Liquid Resin Casting™ process. For over 30 years Polymer has been manufacturing high quality plastic parts. The same parts used by some of the leading innovators in the marine industry. www.polymermarine.com
The LRC process is ideal for producing thick-walled parts subjected to extreme depth pressures and extended deployment, and also for encapsulating delicate electronics and other critical components. Applications include: AUV parts such as fins, nose cones, antennae, and GPS modules; ROV parts such as thruster shrouds, mounts and housings; hydrophones and acoustic doppler canisters used in oceanographic and environmental monitoring instrumentation; metal-to-plastic conversion for large housings typically machined or cast in metal for offshore applications, and rebreather canisters, housings and components for commercial and military/defense related products. www.polymermarine.com
The process allows the design freedom to create parts with no draft, varying wall thicknesses and cast-in-place features such as custom colors, finishes, threads, undercuts and bosses. Custom formulated materials are often used to solve specialized applications challenges. Other advantages include low cost tooling and fast lead time to first parts. www.polymermarine.com
If your mission is to develop great products, Polymer Marine is the right partner for you. They offer in house design assistance, have 30 years experience with specialized plastics and are ISO Registered. www.polymermarine.com. They offer machining, painting, and injection molding to accommodate any manufacturing requirement you might have. No volume too small, no part too complex.
Your job is develop great products not wasting your time struggling with in-house parts manufacturing. Let Polymer Marine do the work for you. Email us at sales@polymercorporation.com or call 781 871-4606 to speak with one of our plastics experts.
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quarta-feira, 8 de julho de 2009
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